O usuário ou entidade autorizada emite a ordem.
Liquidação e finalização
Autorizar um pagamento, registrá-lo como “enviado” e liquidá-lo definitivamente são momentos diferentes. A lei futura deverá definir com precisão a irrevogabilidade, a finalização, o tratamento de falha de participante e a proteção contra reversão arbitrária.
Da intenção à prova final
Autorização, disponibilidade e regras aplicáveis são conferidas.
Quando houver múltiplos participantes, obrigações podem ser apuradas entre eles.
O estado confirmado pela fonte competente é atualizado no momento juridicamente definido.
Registros independentes são comparados e divergências precisam ser tratáveis.
Falha técnica não pode apagar o direito
Preservar estado e intenção
Planos de contingência, trilhos alternativos, reconciliação fora de banda e migração devem preservar saldos, obrigações e prova.
Sem reversão por privilégio técnico
Fornecedor, administrador ou operador não ganha competência para criar moeda, escolher credor, reverter liquidação final ou reescrever saldos.