Reservas monetárias
Quando existirem, as reservas monetárias do Banco Central serão patrimônio público destinado à política monetária, liquidez e estabilidade. Elas não serão caixa livre do Governo nem garantia geral de resgate de todo CE$ em circulação.

Esta página explica como futuras reservas monetárias deverão ser administradas. Não há carteira, saldo ou composição de reservas apresentada como existente hoje.
Composição, custódia, liquidez, risco e adequação deverão ser publicados a partir de registros e controles verificáveis.
Em resumo
Mandato monetário
Reservas apoiam liquidez, estabilidade e obrigações externas efetivamente assumidas.
Diversificação prudente
Moeda, contraparte, custodiante, jurisdição e risco de acesso entram na avaliação.
Não há reserva 100% constitucional
A proposta constitucional não exige que cada CE$ corresponda a um ativo externo individual segregado.
Titularidade não basta
Ativo bloqueado ou inexigível não deve ser tratado como liquidez disponível.
Como funciona
Banco Central estabelece critérios públicos de adequação de reservas.
Reduzir concentração por moedas, instrumentos, emissores, custodiante e jurisdição quando razoável.
Simular indisponibilidade, sanção, mercado e necessidades reais.
Transparência é maximizada sem revelar posição cuja divulgação imediata crie risco concreto.
Limites e o que esta página não faz
- Reservas não podem financiar despesa pública ordinária.
- Não garantem dívida fiscal comum.
- Não representam conta individual do detentor de CE$.
- O GOV não publica número de reserva sem dado real e fonte oficial.
Quando existirem reservas reais, o portal deverá mostrar sua função e adequação sem sugerir que cada saldo CE$ possui um ativo externo reservado em seu nome.