Autonomia econômica
Autonomia econômica, na arquitetura constitucional de Candeia, significa poder iniciar atividade lícita e participar da economia sem que riqueza se converta em poder político. Ela combina liberdade de iniciativa, trabalho digno e condições mínimas reais para que a liberdade não exista apenas no papel.

A autonomia econômica é um princípio da arquitetura de Candeia. Ela ainda não significa que todos os instrumentos, mercados ou proteções descritos estejam operacionais.
Pessoas poderão combinar trabalho, iniciativa, produção e patrimônio dentro das regras e capacidades realmente disponíveis.
Em resumo
Atividade lícita é livre
Licença ou qualificação só pode ser exigida por lei e de maneira pertinente, necessária e proporcional.
Sem reserva arbitrária
Patrimônio, ideologia ou proteção de incumbente não devem virar filtro disfarçado de requisito profissional.
Ponto de partida possível
O acesso inicial a meios de produzir busca tornar viável o começo da atividade autônoma.
Riqueza não vale voto
Investimento, patrimônio ou financiamento não criam cargo, veto ou voto político adicional.
Como funciona
Profissão, produção ou empreendimento começa pela liberdade de iniciativa.
Quando houver qualificação/licença, conferir base legal, risco protegido e proporcionalidade.
Programas públicos ou comuns poderão formar o piso de início quando estiverem efetivamente disponíveis.
Recusa material deve ser revisável administrativamente ou judicialmente.
Limites e o que esta página não faz
- Autonomia econômica não garante lucro, faturamento, crédito ou sucesso empresarial.
- Acesso inicial a meios de produzir não é licença para uso ilimitado de recursos públicos.
- Liberdade de iniciativa não elimina regras proporcionais de segurança, integridade de mercado ou proteção de terceiros.
A pessoa deve poder tentar produzir e empreender sem precisar comprar influência, pertencer a grupo protegido ou possuir patrimônio sem relação com a atividade.