Provedor de Justiça
Funcionar como canal independente para reclamações sobre má administração, abuso de poder ou violação de direitos dentro das instituições de Candeia.

Por que existe
Nem todo problema precisa começar em um tribunal. O Provedor é a proposta de um caminho independente para receber queixas, pedir informação e recomendar correções quando uma instituição de Candeia funciona mal.
Como ajuda quem enfrenta uma decisão injusta
Defender pessoas contra má administração, abuso de poder e violação de direitos, recebendo queixas, investigando, requisitando informação e recomendando correções.
Receber queixas e denúncias externas protegidas. Investigar má administração e violações de direitos. Revisar independentemente negativas e classificações de acesso à informação e provocar tribunais/controle quando necessário.
Um Provedor de Justiça, com Conselho Consultivo Plural de Direitos Humanos sem poder de instrução sobre casos individuais.
Provedor eleito pela Assembleia por 3/5 dentre lista pública de 3 candidatos elaborada pela Comissão de Nomeações Constitucionais após processo aberto, plural e baseado em mérito.
Mandato único de 7 anos.
Não recebe instruções de Governo, Assembleia, partido, Fundador ou instituição investigada; define autonomamente prioridades, investigações e relatórios.
Orçamento próprio, pessoal sob sua direção e capacidade de investigação independente nos termos do Art. 265.
Somente por causas graves expressas, mediante decisão de ao menos 6 dos 9 membros do Tribunal Constitucional após iniciativa constitucionalmente prevista.
Recomendações exigem resposta fundamentada da Administração; decisões de acesso à informação preservam recurso judicial; Conselho Consultivo amplia participação sem capturar decisões.
Queixas e registros protegidos, recomendações, relatórios públicos, estatísticas de acesso à informação, opiniões e propostas em direitos humanos.
Recomenda e controla dentro do mandato; não substitui tribunal, Ministério Público, regulador especializado ou autoridade administrativa competente. Cooperação externa não equivale a acreditação internacional.
O que pode fazer na prática
- Receber queixas e denúncias externas protegidas.
- Investigar má administração e violações de direitos.
- Revisar independentemente negativas e classificações de acesso à informação e provocar tribunais/controle quando necessário.
Recomendar não é substituir outras autoridades
O Provedor não substitui tribunal, Ministério Público, regulador especializado ou autoridade administrativa competente. Sua função é investigar má administração e pressionar por correção dentro do mandato.