Transição de equipes e funções
Na formação de Candeia, automações, robôs e operadores podem manter tarefas administrativas ou técnicas onde juridicamente permitido. O objetivo da transição é entregar funções públicas a pessoas e colegiados legitimamente selecionados sem perder dados, continuidade, prova ou responsabilidade.

Candeia ainda depende de trabalho direto de desenvolvimento em várias funções. A transição para responsabilidades institucionais só acontecerá quando houver pessoas, regras e processos reais para assumi-las.
Em resumo
Saber o que hoje é automático ou provisório
Mapear tarefa, dados, credenciais, decisões e dependências.
Separar apoio de competência
Robô pode executar regra ou rotina; não recebe soberania ou cargo por isso.
Pessoa qualificada recebe contexto e acesso
Documentação, registros de auditoria, estado e responsabilidades precisam ser transferidos de forma auditável.
Retirar o provisório sem quebrar serviço
A troca deve preservar registros, recursos e capacidade de recuperação.
Como funciona
Identificar tarefas automáticas, operacionais e soberanas.
Concluir concurso, eleição ou nomeação adequada.
Entregar documentação, acesso, histórico e responsabilidades.
Confirmar continuidade e remover privilégios provisórios desnecessários.
Limites e garantias
- Automação não pode ser “promovida” a titular de cargo público.
- Pessoa que operava sistema provisório não ganha direito adquirido ao cargo permanente.
- Transferência precisa revogar privilégios antigos e preservar registros de auditoria, prova e possibilidade de reversão/recuperação quando cabível.
Para o cidadão, a mudança deve parecer continuidade institucional, não troca opaca de dono. Quem passa a decidir precisa estar legitimado; quem deixa a função precisa perder acessos incompatíveis; e o histórico não pode desaparecer durante o encaminhamento.