Auditoria eleitoral
A auditoria eleitoral verifica o processo das eleições de Candeia; não audita pleitos públicos de países reais. Ela deve testar a implementação efetivamente usada, permitir observação compatível com segurança e produzir evidência independente antes da certificação.

Em resumo
A auditoria conecta tecnologia e legitimidade. Sua análise exige profundidade técnica; a conclusão serve como evidência para a autoridade eleitoral e para a Justiça de Candeia, sem substituir a decisão da autoridade competente.
Como a Constituição organiza este tema
Acesso suficiente às evidências
Observadores de Candeia e externos podem acompanhar procedimentos quando compatível com segurança, segredo e status jurídico.
Antes do pleito
Testes independentes devem cobrir correção funcional, segurança, capacidade, recuperação, configuração e cadeia de custódia.
Fornecedor não audita sozinho a si mesmo
A validação não pode depender exclusivamente da própria ferramenta, prova e interpretação do fornecedor.
Controle público sem expor vulnerabilidade
Metodologia, falhas relevantes, correções e conclusões são publicadas; sigilo temporário só protege risco concreto.
Como funciona
Identificar código, configuração e parâmetros críticos.
Executar testes públicos e independentes proporcionais ao risco.
Preservar cadeia de custódia e acesso a evidências.
Examinar integridade e apuração antes da certificação final.
Limites e garantias
- Auditor produz prova e parecer; não certifica juridicamente vencedor.
- Sigilo empresarial não pode bloquear acesso do auditor autorizado ao material indispensável.
- Anomalia material precisa ser investigada mesmo quando a margem aparente do resultado seja grande.