Carreira judicial
A magistratura combina ingresso técnico por mérito com garantias fortes de independência. Tribunais superiores seguem formas constitucionais próprias, mas todos os candidatos são submetidos aos requisitos de qualificação, integridade e independência aplicáveis.

A carreira judicial permanente ainda não está instalada. Quando houver processos reais de ingresso e nomeação, eles serão publicados com seus critérios e controles.
Em resumo
Mérito e seleção pública
Juízes ingressam por mérito, seleção pública e critérios objetivos, salvo formas próprias dos tribunais superiores.
Nomeação constitucional plural
Supremo e Tribunal Constitucional distribuem fontes de nomeação e exigem qualificação pública.
Sem court packing indireto
Vaga, remuneração, idade ou reorganização não podem ser manipuladas para pressionar decisão.
Conduta, não resultado jurisdicional
Erro jurídico de boa-fé e divergência interpretativa se resolvem por recursos, não por punição política.
Como funciona
Verificar requisitos jurídicos, independência, mérito e integridade.
Carreira ou mecanismo constitucional dos tribunais superiores.
Assegurar estabilidade/mandato e condições protegidas.
Conselho de Justiça administra carreira e disciplina sem dizer como julgar caso concreto.
Limites e garantias
- Governo não pode escolher juiz ad hoc para caso específico.
- Substituto temporário não adquire cadeira permanente nem vantagem automática em futura candidatura.
- Remuneração ou estrutura judicial não podem ser manipuladas para pressionar decisões.
Para quem concorre à magistratura, o processo precisa medir capacidade e integridade sem criar dependência política. Para quem usa a Justiça, isso protege o direito de ser julgado por autoridade escolhida por regras anteriores, não pelo interesse do caso.