Provas e avaliação
Provas podem integrar uma seleção pública, mas não são um ritual obrigatório nem uma licença para medir atributos irrelevantes. Cada instrumento precisa ter relação demonstrável com a função e critérios de correção conhecidos e contestáveis.

Não há prova de ingresso em andamento. Quando uma seleção real utilizar avaliação, formato, critérios e recursos deverão ser publicados antes da aplicação.
Em resumo
Medir o trabalho real
A prova deve avaliar conhecimento, raciocínio ou execução materialmente ligados à função.
Critério verificável
Gabaritos objetivos, rubricas e decisões de banca precisam ser documentados conforme o tipo de etapa.
Pode auxiliar partes objetivas
Correção automática pode ser usada onde houver resposta verificável, registros de auditoria e possibilidade de revisão.
Emprego público é alto impacto
Automação não pode virar árbitro final de decisão significativa sem autoridade competente com revisão efetiva e contestação.
Como funciona
Relacionar competências a tarefas do cargo.
Garantir acessibilidade, identidade proporcional e integridade.
Aplicar critérios previamente divulgados e registrar alterações.
Permitir recurso, correção de erro e reprocessamento quando houver falha sistêmica.
Limites e garantias
- Prova não pode testar fidelidade política, personalidade ideológica ou condição econômica.
- Modelo automatizado que influencia materialmente emprego público deve cumprir o regime de alto impacto.
- Fornecedor de plataforma não pode ser a autoridade final sobre a legalidade de sua própria correção.
Se parte da sua prova for corrigida automaticamente, isso precisa ser informado quando material, com possibilidade real de revisão. Um sistema pode contar respostas; não pode transformar uma pontuação opaca em decisão administrativa fictícia.